Dia desses eu postei na mensagem de “Bom dia” o seguinte : “O problema é que as pessoas dizem “eu te amo” mas esquecem daquele bilhetinho de “bom dia”, daquela mensagem de “boa noite, estou com saudade”, esquecem de perguntar se você está bem, assim sabe, só por perguntar mesmo. Esquecem do abraço sem pretexto, do presente fora de época, esquecem de dar atenção nos detalhes e isso faz com que esse “eu te amo” perca o valor. Por que o amor não se alimenta de palavras, se alimenta de atitudes.” (Sábias Palavras).

Comecei a ponderar a respeito dessas palavras e pude perceber que talvez haja um equívoco nesse pequeno texto. Muitas vezes nós cobramos das pessoas algumas atitudes que nós mesmas não temos em relação a elas. Deixe-me ser clara: como eu posso cobrar do meu marido carinho e atenção se eu sou incapaz de oferecer isso a ele? Como posso cobrar uma mensagem de “boa noite” se sou incapaz de lhe desejar um bom dia trabalho, ou até mesmo uma boa noite de sono? Por quê sempre o namorado tem que me abraçar inesperadamente, se meus braços servem apenas para gesticular reclamações e apontar defeitos?

O amor realmente se alimenta de atitudes, mas nós nos esquecemos de que relacionamentos são construídos de forma bilateral. O fracasso dos relacionamentos, na maioria das vezes, reside na nossa incapacidade de atrairmos para nós a nossa parcela de responsabilidade de fazermos com que as coisas dêem certo. É muito mais fácil dizermos: “ah… não deu certo porque ele é muito frio! Não deu certo porque ele só pensa nele! Não deu certo porque as coisas esfriaram!”.

É uma questão de “AÇÃO E REAÇÃO”. As pessoas reagem às nossas atitudes. Se você deseja que seu namorado/marido seja mais carinhoso, que tal começar semeando carinho, amor, bilhetinhos, presentes, abraços e recadinhos? Nada melhor do que o exemplo! Esses dias fui surpreendida com algo que tocou meu coração profundamente: tenho costume de beijar os pés da minha filha Elisa (ela tem 3 anos) e dizer que ela é o neném da mamãe. Quando cheguei na sala, ela estava beijando os pés da boneca dela e dizendo que a bonequinha era o neném dela. Sabe o que eu entendi com isso? Que você pode até convencer alguém com suas palavras, mas com suas atitudes você pode arrastar pessoas!
AMOR
Se você quiser colher batatas, primeiro precisa plantá-las. Se você quiser colher milho, primeiro precisa semeá-los. Se você quiser colher amor: você primeiro precisa amar! É que estamos tão acostumadas a sermos tão nós mesmas, a exigirmos tanto das pessoas como se elas fossem responsáveis por suprirem todas as nossas necessidades de amor, carinho, afeto… que nos esquecemos de que elas também têm as suas próprias necessidades! 
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Resumindo a ópera: todos nós temos nossas fragilidades e carências! A questão é os homens, por natureza, não costumam falar. Nós, via de regra, usamos nossa VERBORRAGIA para demonstrar nossas carências como se o nosso par fosse o culpado inclusive da “unha que lascou”. Aí o relacionamento termina e nós dizemos: “é que ele era muito seco, muito indiferente.” NÃO! É que o tanque de amor dele também precisava ser cheio! E quem devia enchê-lo era você! Que tal começarmos a semear na vida dos outros aquilo que desejamos colher? Quem semeia com certeza colhe! O que você tem semeado na vida das pessoas?

1 COMENTÁRIO

  1. Boa noite amiga Isabelle vcontar a primeira vez que trintei,me casei em março de 1962 com 23 anos e em feveriro de 1963 nasceu minha filha,i3 dias depois fiz 24 anos e dois meses depois fiquei gravida de novo e quando minha filha ia fazer 10 meses nasceu meu filho ,gorducho e carequinha, foi ai que trintei,tive 2 filhos num ano so,hoje ele fez 5o anos em dezembro dezembro e minha filha faz dia 9 de fevereiro 51 ,os dois estão hoje com a mesma idade,foi dificil mas valeus a pena.bjs.

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